Amore, eu sou "seu número"?
Claro que sim amor... Você não sabe que eu adoro mulher que malha?
***
Amore, você tem tesão intelecutal por mim?
Claro que tenho, amor, tesão intelectual e corporal!
***
Amore, vc contou para seu melhor amigo desse lance que está rolando entre a gente?
Mais ou menos... Mas ele falou pra eu "te pegar" sim pois te achou gata!
***
Que roupa você quer que eu coloque?
Tanto faz, amor. Eu adoro seu jeito de se vestir...
***
Você fala francês, amor?
Falo, não sabia não?
Nossa! Você só me surpreende!
Ahhh, pára!
***
...e várias outras perguntinhas que eu faço só pra ouvir você dizer o que eu quero ouvir! :P
Será que é vaidade? Ou apenas charme que a gente faz qdo está assim com as tais borboletas por perto?
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segunda-feira, 12 de março de 2007
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
este post aqui...
poderia se chamar:"2007 começando bem" ou "sol, piscina, e... não falei? que era só o sol aparecer pra tudo melhorar?" ou "uh-hu! as férias que eu pedi a Deus! sabia que o mês de janeiro não iria me decepcionar" ou "caraca! que vizinho é esse?" ou ainda poderia ser da série: "os tais pecados: confessando a Luxúria! "
Pra resumir, porque não vou ficar aqui detalhando o que não devo, só digo uma coisa para os meninos: continuem na academia, eu sei, musculação às vezes cansa, mas compensa. E para as meninas: freqüentem mais a piscina do condomínio!
Sem mais detalhes!
Pra resumir, porque não vou ficar aqui detalhando o que não devo, só digo uma coisa para os meninos: continuem na academia, eu sei, musculação às vezes cansa, mas compensa. E para as meninas: freqüentem mais a piscina do condomínio!
Sem mais detalhes!
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
da série: os tais Pecados - confessando a Gula!
O petit gateau do Catussaba
No fundo do restaurante, depois do buffet de sobremesas, uma pequena fila se formava. Fui especular do que se tratava. Não lembro o que jantei naquela noite, mas não esqueço desta sobremesa... Haviam umas cinco pessoas na minha frente e eu, sem pressa, aguardava calmamente minha vez. Momentos de suspense quando, na vez da senhora que estava na minha frente, os bolinhos não desenformavam. O garçon pede licença e vai até a copa buscar uma outra fornada. Na minha vez pude observar cada detalhe: um tacho de barro com calda de chocolate borbulhante era reservado para o final. O sorvete de creme reservado ao lado, não tinha tempo de derreter. Os bolinhos saiam macios e graças ao interior cremoso, afundavam um pouquinho no meio ao serem colocados no prato. Uma bola do sorvete de creme era adicionada e produzia de imediato um contraste entre o frio e o quente. Posso imaginar que o bolinho se arrepiava quando o sorvete de creme encostava, mas ambos, sabiam que contraste maior viria no gran finale: como a lava de um vulcão despejada sobre as águas geladas do Oceano Pacífico, uma concha de calda de chocolate fumegante cobriria o bolinho e o sorvete. Ouvi o chiado mas não soube distinguir se foi do sorvete derretendo ou da calda esfriando, ou se eu estava em transe pensando no Kilawea. O caminho de volta até a mesa despertava a água-na-boca dos demais. E degustar o petit gateau foi para mim o momento gastronômico mais marcante de toda a CN do AFS em 2005, Salvador.
No fundo do restaurante, depois do buffet de sobremesas, uma pequena fila se formava. Fui especular do que se tratava. Não lembro o que jantei naquela noite, mas não esqueço desta sobremesa... Haviam umas cinco pessoas na minha frente e eu, sem pressa, aguardava calmamente minha vez. Momentos de suspense quando, na vez da senhora que estava na minha frente, os bolinhos não desenformavam. O garçon pede licença e vai até a copa buscar uma outra fornada. Na minha vez pude observar cada detalhe: um tacho de barro com calda de chocolate borbulhante era reservado para o final. O sorvete de creme reservado ao lado, não tinha tempo de derreter. Os bolinhos saiam macios e graças ao interior cremoso, afundavam um pouquinho no meio ao serem colocados no prato. Uma bola do sorvete de creme era adicionada e produzia de imediato um contraste entre o frio e o quente. Posso imaginar que o bolinho se arrepiava quando o sorvete de creme encostava, mas ambos, sabiam que contraste maior viria no gran finale: como a lava de um vulcão despejada sobre as águas geladas do Oceano Pacífico, uma concha de calda de chocolate fumegante cobriria o bolinho e o sorvete. Ouvi o chiado mas não soube distinguir se foi do sorvete derretendo ou da calda esfriando, ou se eu estava em transe pensando no Kilawea. O caminho de volta até a mesa despertava a água-na-boca dos demais. E degustar o petit gateau foi para mim o momento gastronômico mais marcante de toda a CN do AFS em 2005, Salvador.
sábado, 6 de janeiro de 2007
da série: os tais Pecados - confessando a Inveja!
Acontece sem eu perceber. E não creio que seja um sentimento negativo. É mais uma admiração, mas não deixa de ser uma pontinha de inveja. Porque é diferente do olhar para as costas saradas da garota no voador na academia; é diferente da admiração pelas casas estampadas nas páginas da Casa Cláudia; é diferente até mesmo da admiração quase embasbacada que tenho pelas pessoas que digitam usando os dez dedos sem olhar o teclado!!! Pois todas essas coisas sei que posso ter ou fazer também. Basta dedicação, tempo, dinheiro ou determinação, sei lá. Mas são perfeitamente atingíveis.
Agora, com a sobrancelha é diferente. O botox pode até levantá-la, mas de forma permanente, ainda que temporariamente. Uma boa designer pode arqueá-las, pode até arquear uma só se eu pedir, mas novamente, ela estará ali arqueada independente da minha vontade. Mas conseguir, no momento que desejar expressar ironia ou descaso, dúvida ou sarcasmo, levantar apenas uma sobrancelha não é algo que se possa aprender. Ou se nasce com essa capacidade ou não. E a nós, os geneticamente desprivilegiados, resta a resignação ou a inveja. Procuro me resignar, como me resignei da capacidade de sambar, outra habilidade diretamente ligada a algum cromossomo ainda não descoberto no Projeto Genoma, mas que certamente não veio habilitado para mim... Mas acontece sem eu perceber: ao ver alguém levantar apenas uma das sobrancelhas, lá no fundo, uma pontinha de inveja!
Agora, com a sobrancelha é diferente. O botox pode até levantá-la, mas de forma permanente, ainda que temporariamente. Uma boa designer pode arqueá-las, pode até arquear uma só se eu pedir, mas novamente, ela estará ali arqueada independente da minha vontade. Mas conseguir, no momento que desejar expressar ironia ou descaso, dúvida ou sarcasmo, levantar apenas uma sobrancelha não é algo que se possa aprender. Ou se nasce com essa capacidade ou não. E a nós, os geneticamente desprivilegiados, resta a resignação ou a inveja. Procuro me resignar, como me resignei da capacidade de sambar, outra habilidade diretamente ligada a algum cromossomo ainda não descoberto no Projeto Genoma, mas que certamente não veio habilitado para mim... Mas acontece sem eu perceber: ao ver alguém levantar apenas uma das sobrancelhas, lá no fundo, uma pontinha de inveja!
os tais Pecados - a série
O assunto está mais do que batido, já virou filme, já virou série de livros, acho até que já vi um blog por aí com vários autores onde cada um escreveu sobre um deles.
Mas eu vou escrever apenas os que não posso evitar. Vocês já sabem dois deles. Mas há outros. Não tão recorrentes, mas acontece. Então, só pra sair do lugar comum, vou escrever sobre os outros e deixo a gula e a luxúria por último, até porque os textos sobre esses dois já foram escritos. Basta eu escolher e republicar!
E se pensar bem, escrever sobre eles aqui não deixa de ser uma confissão! E se vocês quiserem fazer o mesmo pra lavar a alma neste início de ano, sintam-se à vontade de usar o confessionário abaixo (leia-se comments) ;)
Mas eu vou escrever apenas os que não posso evitar. Vocês já sabem dois deles. Mas há outros. Não tão recorrentes, mas acontece. Então, só pra sair do lugar comum, vou escrever sobre os outros e deixo a gula e a luxúria por último, até porque os textos sobre esses dois já foram escritos. Basta eu escolher e republicar!
E se pensar bem, escrever sobre eles aqui não deixa de ser uma confissão! E se vocês quiserem fazer o mesmo pra lavar a alma neste início de ano, sintam-se à vontade de usar o confessionário abaixo (leia-se comments) ;)
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